Tancos

CDS considera demissão do ministro inevitável e tardia

12 | 10 | 2018   18.33H

O CDS-PP considerou que a demissão do ministro da Defesa Nacional, na sequência do caso do furto de armas de Tancos, hoje anunciada, "era inevitável, é tardia e muito reveladora".

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da bancada centrista João Almeida afirmou que a saída de Azeredo Lopes era inevitável.

"Porque, fomos os primeiros a dizê-lo, a desvalorização do que aconteceu em Tancos feita pelo ministro da Defesa tornou insustentável a sua permanência no Governo, pelo que representava em si, e por ter entrado em contradição com outros membros do Governo que consideravam grave o que tinha acontecido", disse.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

1 comentário

  • O que é que esta corja de betinhos apanascados fez quando esteve no Governo?
    Dono dos Burros | 12.10.2018 | 21.43Hdenunciar comentário
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