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Administradores hospitalares alertam para "grandes constrangimentos" na greve dos enfermeiros

14 | 11 | 2018   05.22H

O presidente da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares, Alexandre Lourenço, classifica como "muito preocupante" a greve cirúrgica dos enfermeiros que está agendada, porque vai causar grandes constrangimentos no acesso aos cuidados de saúde, sobretudo por ser prolongada no tempo.

Dois sindicatos de enfermeiros convocaram uma greve a partir de dia 22 de novembro, e com duração superior a um mês, que deve incidir em pelo menos três blocos operatórios de grandes hospitais, uma ideia de paralisação que partiu inicialmente de um movimento de enfermeiros e que recolheu já mais de 350 mil euros num fundo destinado a compensar os profissionais que ficarão sem salário.

Alexandre Lourenço considera que esta greve "pode causar muitos constrangimentos" e "lesar os cidadãos que necessitem de cuidados de saúde", apelando ao Governo e às organizações profissionais que travem esta paralisação pela via negocial, através de acordo entre as partes.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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