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Devem evitar-se no boletim de voto exigências que são "impossibilidades aritméticas" - Centeno

06 | 02 | 2019   13.18H

O ministro das Finanças referiu hoje que a consolidação orçamental que o país enfrenta é exigente e avisou que deve evitar-se que sejam transferidas para o boletim de voto promessas e exigências que são impossibilidades aritméticas.

Numa resposta ao deputado Paulo Trigo Pereira, o governante, que está a ser ouvido na Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, precisou que, em conjunto, a redução da carga fiscal, o aumento da despesa e a redução do défice são uma "impossibilidade aritmética" e que se deve "ativamente promover que impossibilidades aritméticas não sejam colocadas no boletim de voto".

A redução do défice de 4,4% em 2015 para 0,2% no final da legislatura (meta inscrita pelo Governo no Orçamento do Estado) foi um exercício difícil, mas "a exigência que temos pela frente não é menor" e, tão importante como a meta de défice é a forma como se lá chega, assegura Mário Centeno.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

3 comentários

  • Em vez de se combater a corrupção como seria necessário, continua-se a não lhe dar a devida importância. É há quem continue a chamar de Marinho e Pinto (serão 2 ?) a um dos candidatos às últimas eleições presidenciais, o Marinho Pinto, que se destacou por prometer o combate à corrupção como a sua principal preocupação. Pessoas ligadas à comunicação social têm a obrigação de saber qual é o seu verdadeiro nome. Será gozo ou estupidez?
    Zé da burra o alentejano | 06.02.2019 | 14.14Hdenunciar comentário
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  • Ó filho, o meu voto NULO está decidido. Poupa-me. Os ladrões que me roubaram andam à solta e protegidos pela policia e tribunais deste pais de mafiosos.
    Dono dos Burros | 06.02.2019 | 14.00Hdenunciar comentário
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  • Uma maneira de reduzir o défice é reclamar os créditos aos imcumpridores dos empréstimos milionários à banca, nem que seja através do património que possam deter, cortes nas pensões, etc., como acontece a qualquer cidadão, tendo em consideração até o esforço que que essas dívidas exigiram do Estado português. Os crimes dem ser punidos ainda com severas penas de prisão.
    Zé da burra o alentejano | 06.02.2019 | 13.57Hdenunciar comentário
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