Venezuela

CDS pede pressão para acabar com "ditadura de extrema-esquerda sanguinária"

11 | 02 | 2019   15.56H

A líder do CDS, Assunção Cristas, defendeu hoje que o Governo português deve continuar a fazer "pressão, pressão, pressão" para conseguir eleições livres na Venezuela e acabar com a "ditadura de extrema-esquerda sanguinária" de Nicolas Maduro.

"Gostaríamos que [o processo de transição] fosse rapidamente abreviado para acabar com esta ditadura de extrema-esquerda sanguinária que se apoderou da Venezuela", afirmou Assunção Cristas antes de participar numa conferência com dois dirigentes oposicionistas venezuelanos, Ysrrael Camero, dirigente do partido Un Nuevo Tiempo (Um Novo Tempo), e Aldo de Santis, consultor de vários partidos da Assembleia Nacional, presidida por Juan Gaidó.

Para Cristas, "é muito importante que a pressão continue" e se consiga a organização de "eleições livres e democráticas", como todos os partidos, como propõe o autoproclamado presidente interino Gaidó, reconhecido pelo Governo de Portugal e de vários países da União Europeia (UE).

Destak/Lusa | destak@destak.pt