CGD

Vice-governadora Elisa Ferreira diz não haver razões para pedir escusa sobre auditoria

11 | 02 | 2019   19.41H

O Banco de Portugal disse hoje que a vice-governadora, Elisa Ferreira, considera não existirem razões que possam influenciar a sua atuação na supervisão da CGD, não tendo pedido escusa da participação em decisões sobre situações analisadas na auditoria.

A Lusa questionou o banco central se Elisa Ferreira ponderava pedir escusa à análise da auditoria sobre a CGD, depois de ter sido conhecido que o seu marido foi vice-presidente da espanhola La Seda, que recebeu créditos do banco público que resultaram em prejuízos para o banco público.

Em resposta à Lusa, o Banco de Portugal diz que as suas competências "incidem direta e exclusivamente sobre as instituições financeiras supervisionadas" e que "não se pronuncia, nem tem essa competência, sobre a qualidade de gestão de empresas comerciais, nem sobre os projetos de financiamento que submetem à consideração dos bancos sujeitos a supervisão".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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