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Desalojados de edifício histórico de Luanda aguardam solução ao relento

12 | 02 | 2019   05.01H

Dezenas de angolanos estão ao relento há mais de um mês em Luanda, depois de serem retirados de um edifício seiscentista devido às "inúmeras fissuras e risco de desabamento", criticando o "silêncio das autoridades" quanto ao seu destino.

No total são 24 famílias que, desde 07 de janeiro, se encontram ao relento, no largo do Baleizão, distrito urbano da Ingombota, centro da cidade, depois de as autoridades terem esvaziado o edifício onde funcionou o antigo Colégio Dom João II, na época do governo colonial português.

Os moradores contaram hoje à Lusa que a situação em que se encontram ocorreu após uma das paredes de uma das residências do edifício de primeiro andar, Património Histórico-Cultural desde setembro de 1947, ter desabado e, por "receio do pior", foram retirados sem os respetivos haveres.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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