CGD

Paulo Macedo diz que banco público é usado para "arremesso político"

12 | 02 | 2019   13.38H

O presidente executivo da CGD considerou hoje que o "arremesso político" que é feito usando o banco público cria danos na instituição e que a resposta da sua equipa é centrar-se em prestar um melhor serviço aos clientes.

"Relativamente à questão dos danos, obviamente que a Caixa enquanto arma de arremesso político sofre sempre e estar meses e meses com notícias que não são positivas, sofre", disse Paulo Macedo aos jornalistas, durante a visita à agência do banco em Lisboa, no Lumiar, renovada nas condições de atendimento aos clientes.

Segundo o gestor, perante as tantas notícias sobre a Caixa Geral de Depósitos (CGD), a resposta do banco é "estar mais perto dos clientes" para "minimizar o desfoque do negócio e da atividade".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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