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Evitar que o cinema "morra" passa por "mais investimento público" na exibição

14 | 02 | 2019   08.28H

Um "investimento público" no circuito de exibição de filmes, fora dos centros comerciais, deve ser uma prioridade, para que "o cinema não morra", defende Luís Urbano, que dirige a produtora O Som e a Fúria.

Em declarações à agência Lusa, enquanto decorre o Festival de Cinema de Berlim, o produtor "registou com agrado" a intenção manifestada pela ministra da Cultura, que sublinhou a necessidade de "pensar o cinema a longo prazo".

"Há muitos anos que não tínhamos alguém à frente do Ministério da Cultura com um discurso positivo e de assumir o cinema como algo que é estratégico e merece ser pensado a longo prazo. No concreto, como se define esta estratégia, é obvio que é um caminho que vai ter de se trilhar, e eu, como produtor, e como interessado, estou interessado em participar nessa discussão", sublinhou Luís Urbano.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

1 comentário

  • Chega! Pôrra!!!! Ninguém quer saber dessas porno-chachadas que saem da mente destes proxenetas do subsídio nacional. Leis dos mercado para o cinema. Ou é só para o lombo dos trabalhadores que o liberalismo sabe propor muito trabalho e pouco salário? Se não têm qualidade, têm que ir à falência. Saiam da vossa zona de conforto e experimentem trabalhar. Emigrem. Agora deixem de me chamar pai e pedirem-me dinheiro.
    Dono dos Burros | 14.02.2019 | 11.28Hdenunciar comentário
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