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Avião que caiu em Bragança sofreu "falha estrutural catastrófica" da asa direita

19 | 03 | 2019   18.49H

O ultraleve que caiu no sábado em Bragança, causando a morte dos dois ocupantes, sofreu uma "falha estrutural catastrófica da raiz da asa direita", indicou hoje o organismo que investiga acidentes aéreos.

"Na sequência da execução de um conjunto de manobras ainda por determinar, a aeronave sofre uma falha estrutural catastrófica da raiz da asa direita, levando a que esta seja projetada contra a canópia [vidro do cockpit] e separando-se totalmente da aeronave", refere uma nota informativa publicada esta tarde na página da internet do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários (GPIAAF).

O ultraleve, operado pelo Aero Clube de Bragança, descolou às 17:24 do Aeródromo Municipal de Bragança para um voo de recreio, com dois ocupantes e também sócios do aeroclube: um era instrutor desta categoria de aeronave, de 60 anos e conhecido empresário de Bragança, e o outro, um piloto, de 26 anos, que se encontrava em formação na TAP.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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