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Administradores do Banco de Portugal podem receber parte do ordenado nos 2 anos após saída

20 | 03 | 2019   13.24H

Os membros do conselho de administração do Banco de Portugal poderão receber até dois terços do seu ordenado durante o período de 'nojo' após cessação de funções, segundo a proposta de lei de reforma da Supervisão Financeira.

Durante o período de 'nojo' de dois anos, "os membros do conselho de administração têm o direito a uma compensação a fixar pela comissão de ética, não podendo exceder dois terços do vencimento mensal que auferiam no conselho de administração", pode ler-se na proposta de lei do Governo enviada à Assembleia da República.

Na proposta, ficam ainda estabelecidos os critérios que definem o que deve pautar esse período, como o impedimento de desempenhar funções em empresas ou grupos "destinatários dos poderes do Banco" ou "outras entidades públicas ou privadas cujas atribuições ou atividade possam originar situações de conflitos de interesses".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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