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Morna como Património da Humanidade passa por apoios, eventos e alguns segredos

24 | 03 | 2019   05.00H

Um ano após candidatar a morna a Património Imaterial da Humanidade, Cabo Verde divide-se entre a recolha de apoios, a preparação de eventos, como um espetáculo na UNESCO, em Paris, e um trabalho de bastidores no "segredo dos deuses".

A 26 de março de 2018, Cabo Verde entregou a candidatura deste género musical, considerado o mais representativo do ser e do sentir cabo-verdiano, na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, na sigla em inglês).

A organização não fez qualquer reparo e são grandes as expectativas para, até ao final do ano, a música imortalizada por vozes como Francisco Xavier da Cruz, mais conhecido por B. Léza, Cesária Évora, Titina, Bana, Ildo Lobo, Tito Paris, entre muitos outros, obtenha a classificação, tal como aconteceu com o fado em Portugal, em 2011.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

1 comentário

  • Se houver alguma coisa que não seja "património da humanidade" gostaria de saber o que é. Realmente para empatas não falta nada a esta +++++ da ONU.
    Dono dos Burros | 24.03.2019 | 13.48Hdenunciar comentário
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