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É preciso resistir às pressões para regressar ao passado -- Chefe da missão FMI em Portugal

26 | 03 | 2019   05.01H

O chefe da missão do FMI para Portugal afirmou que não existem riscos eleitoralistas que ponham em causa as conquistas da economia portuguesa, mas alerta que é preciso resistir às pressões de um regresso ao passado.

"Por vezes, alguns grupos querem atrasar o relógio. Dizem que 'superámos a crise, a crise acabou, então porque não voltamos à forma como as coisas estavam?'. Mas o problema é que a forma como as coisas estavam foi um fator que contribuiu para a crise" em Portugal, afirmou Alfredo Cuevas em entrevista à Lusa, à margem da conferência 'Portugal: reforma e crescimento dentro da zona euro', que decorreu na segunda-feira no Museu do Dinheiro, em Lisboa.

O chefe da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) para Portugal admitiu que vê essa postura "como algo compreensível", mas alertou que "é uma forma de pressão à qual é preciso resistir e é necessário explicar por que é que não devemos voltar ao sítio onde estávamos".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

1 comentário

  • Este devia estar preso. Para que servem as policias em Portugal se os criminosos são tratados como VIP? Para nada.
    Dono dos Burros | 26.03.2019 | 10.16Hdenunciar comentário
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