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Sentido de liberdade e jogo entre sagrado e profano marcam "Romeu e Julieta" em palco

11 | 04 | 2019   09.27H

Sentido de liberdade, jogo entre sagrado e profano e dimensão de farsa são pedras de toque da encenação de João Mota da tragédia shakespeariana "Romeu e Julieta", a estrear dia 17, em Lisboa, com música original de José Mário Branco.

O "sentido de liberdade, de que mais vale morrer e ser livre, mesmo que sejamos vitimados por uma sociedade, do que renegarmos a liberdade e o amor" é "o grande problema" e "o lado maravilhoso" do clássico de Shakespeare que João Mota, em entrevista à agência Lusa, enfatiza no trabalho que subirá à cena no Teatro da Trindade, em Lisboa.

Coproduzida por aquele teatro ao Bairro Alto e a Comuna Teatro de Pesquisa, a peça resulta de um convite feito, "há mais de um ano", pelo diretor artístico do Trindade, Diogo Infante, a João Mota, para encenar a peça que especialistas consideram uma das mais belas e trágicas do poeta e dramaturgo de Statford-upon-Avon (1564-1616), William Shakespeare, sugerindo-lhe ainda dois atores para protagonistas, disse João Mota à Lusa.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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