Combustíveis

Sindicato diz-se contra a greve mas teve que acionar "bomba atómica"

18 | 04 | 2019   21.11H

O presidente do sindicato de motoristas de matérias perigosas assegurou à Lusa que o setor é contra a greve, forma de luta que consideram prejudicial para patrões e trabalhadores, mas, sem outra opção, tiveram que recorrer à "bomba atómica".

"Temos noção do que se passou e sempre dissemos, desde o início da constituição da associação que, posteriormente, deu início ao sindicato, que não somos a favor da greve. Até nos plenários costumávamos dizer [que é] a 'bomba atómica'", afirmou o presidente do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), Francisco São Bento, em entrevista à Lusa.

Para o sindicato, a greve "não traz benefícios ao trabalhador ou à entidade patronal e, muito menos, para o nosso país".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

1 comentário

  • Que grande sindicato este. O presidente é contra a greve. Não aprende nada esta gente com espanhóis e franceses. Por isso o cão dorme na casota e come na lata e ainda leva bordoada do dono.
    Dono dos Burros | 18.04.2019 | 22.40Hdenunciar comentário
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