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Prémio Camões

Da música à escrita Chico Buarque confunde-se com país que é sua casa

21 | 05 | 2019   22.48H

Autor de múltiplas canções reconhecíveis aos primeiros acordes ou às primeiras palavras, apaixonado por futebol, caminhante inveterado, nome maior das artes brasileiras - e mundiais -, Francisco Buarque de Holanda é, há décadas, um ícone do Brasil.

Nascido no Rio de Janeiro em 19 de junho de 1944, quarto de sete filhos do historiador Sérgio Buarque de Hollanda e da pianista Maria Amélia Cesário Alvim, Chico Buarque venceu hoje o Prémio Camões, juntando-se a uma lista de conterrâneos galardoados com a distinção literária criada por Portugal e pelo Brasil que inclui, entre outros, Rachel Queiroz, Jorge Amado e Rubem Fonseca.

Entrevistado por José Nuno Martins, em Lisboa, em 1974, pouco tempo depois do 25 de Abril, quando o Brasil ainda estava sob ditadura militar, o texto da RTP começava com uma pergunta e uma resposta: "Haverá quem não conheça Chico Buarque de Hollanda em Portugal? Evidentemente que sim, toda a gente conhece esse menino tímido que um dia disparou com a banda por aí fora".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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