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Exposição mostra marcas da escravatura e da tolerância na construção de Lisboa

23 | 05 | 2019   19.01H

As marcas da escravatura e da segregação, e também da tolerância e miscigenação na convivência cultural e religiosa em Lisboa, ao longo de 700 anos, são abordadas numa exposição que hoje se inaugura, no museu da cidade.

"Convivência(s). Lisboa Plural. 1147-1910" é o título desta mostra que tem inauguração anunciada, no Pavilhão Preto do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, para as 18:30 de hoje, que abrirá ao público na sexta-feira, e ficará patente até 22 de dezembro deste ano.

Numa visita de imprensa à exposição, os comissários Paulo Almeida Fernandes e Ana Paula Antunes falaram no papel das minorias religiosas e dos residentes estrangeiros na construção da imagem de Lisboa, entre a Idade Média e a 1.ª República.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

2 comentários

  • Eu não quero saber como foi, quero é saber como é que ser. Chega de invasores, imigrantes por todo o lado e turistas que são piores que os terroristas. Se há quotas para as gaivotas da Berlenga, tem que haver quotas para os portugueses. Isto não pode continuar a ser o caixote do lixo de todo o bicho careta, que não tem dinheiro e aproveitam uns para aqui assentarem arraiais e os outros para dizerem que fizeram turismo.
    Dono dos Burros | 23.05.2019 | 23.18Hdenunciar comentário
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  • Há que não esquecer que os jesuítas controlavam a 100% o comércio dos escravos no Brasil o que lhes permitia ter na mão todos os negócios que envolviam mão-de-obra. Recorde-se que o Marquês de Pombal expulsou os jesuítas de Portugal porque depois do terremoto de 1755 procurou dinheiro no Brasil para a reconstrução de Lisboa e encontrou um muro, os jesuítas, que lhe impuseram tamanhas condições a que só faltava serem eles o governo!
    Jesus Cristo laico | 23.05.2019 | 22.18Hdenunciar comentário
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