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Três anos para fazer uma Portugal Film Commission, sem "margem para erros"

25 | 05 | 2019   08.51H

A recém-designada Portugal Film Commission terá três anos para definir um modelo de gestão e, ao mesmo tempo, promover o país como destino de filmagens, em ritmo "contrarrelógio" e "sem margem para erros".

Quem o diz, em entrevista à agência Lusa, é Manuel Claro, coordenador executivo do subprograma Media, do Centro de Informação Europa Criativa, e que acaba de ser nomeado responsável pela Portugal Film Commission.

A poucos dias de assumir funções como 'film commissioner', a partir de 01 de junho, Manuel Claro, 40 anos, explicou que será ele o rosto de uma estrutura que tem a missão, a nível internacional, de promover "Portugal enquanto destino de filmagens" e, internamente, facilitar os pedidos de rodagens de produtores portugueses e estrangeiros.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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