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Madem-G15 acusa Portugal e Angola de interferência nos assuntos internos da Guiné-Bissau

14 | 06 | 2019   19.10H

O Movimento para a Alternância Democrática da Guiné-Bissau (Madem-G15) apelou hoje às autoridades portuguesas e angolanas para se absterem de "ingerir" nos assuntos internos da Guiné-Bissau.

"O grupo parlamentar do Movimento para a Alternância Democrática apela às autoridades daqueles países a absterem-se de ingerir nos assuntos internos do nosso país e respeitarem a soberania, as leis e as instituições da República da Guiné-Bissau", refere, em comunicado, o segundo partido mais votado nas legislativas de 10 de março na Guiné-Bissau.

Segundo o Madem-G15, a "falsa crise política" em curso na Assembleia Nacional foi iniciada com a "conduta antidemocrática e ilegal do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e o seu líder", que decidiram violar de "forma grosseira" a Constituição da República e o regimento da Assembleia Nacional Popular e "demais normas que regem o normal funcionamento do parlamento" ao "usurparem, abusivamente, o posto de primeiro secretário" e "recusarem categoricamente a representatividade do líder da oposição" na mesa.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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