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Ex-administração do Opart culpa Governo de "sucessivas omissões e ausências de decisão"

11 | 07 | 2019   16.54H

O ex-presidente do conselho de administração do Organismo de Produção Artística (Opart), Carlos Vargas, culpou hoje o Governo de ter criado um "sentimento de instabilidade e insegurança insuportáveis" por causa de "sucessivas omissões e ausências de decisão".

Numa audição parlamentar pedida pelo Bloco de Esquerda sobre a situação laboral no Opart - que tutela o Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) e a Companhia Nacional de Bailado (CNB) -, Carlos Vargas fez duras críticas ao Ministério da Cultura, liderado por Graça Fonseca, e à tutela das Finanças.

"As sucessivas omissões e ausências de decisão das tutelas criam um vácuo de poder que paralisa o conselho de administração e lança para o interior da organização um sentimento de instabilidade e insegurança insuportáveis. [...] O conselho de administração viu-se completamente impedido, por não-decisão da tutela, por razões que desconheço, em proceder à gestão desta organização", afirmou Carlos Vargas, acompanhado dos anteriores vogais do Opart, Samuel Rego e Sandra Simões.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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