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Oposição guineense critica nomeação de 20 colaboradores do PM

16 | 07 | 2019   14.24H

O principal partido da oposição da Guiné-Bissau, o Movimento para a Alternância Democrática (Madem), considera de moralmente inaceitável a nomeação, pelo primeiro-ministro, Aristides Gomes, de 20 colaboradores para o seu gabinete, tendo em conta as dificuldades financeiras do país.

Em comunicado, a que a Lusa teve acesso, o Madem, que detêm 27 dos 102 assentos no parlamento guineense, diz que vai pedir esclarecimentos, com caráter de urgência, no hemiciclo, ao primeiro-ministro que acusa de ser contraditório entre o que anuncia e a sua pratica em relação à gestão do erário público.

O Madem não tem dúvidas em como a contratação de 13 conselheiros e sete assessores para o gabinete de Aristides Gomes terá "um impacto extremamente pernicioso sobre o Orçamento Geral do Estado, resultará num aumento do défice público e ainda no agudizar na crise económica que assola o país".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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