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Base de dados de perfis de ADN conseguiu 11.774 amostras em oito anos

21 | 07 | 2019   10.32H

A base de dados de perfis de ADN para fins de investigação criminal e identificação civil inseriu 11.774 amostras em quase oito anos, sendo a maioria de condenados, segundo o relatório de 2018 sobre o seu funcionamento.

A base de dados de perfis de ADN, que permite o seu cruzamento rápido com amostras recolhidas nos locais dos crimes, entrou em funcionamento em fevereiro de 2010 e até 31 de dezembro de 2018 inseriu 11.774 amostras, das quais 9.128 são de condenados (77%).

Os números constam no relatório anual sobre o funcionamento da base de dados de perfis de ADN elaborado pelo Conselho e Fiscalização e aprovado pela Assembleia da República.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

1 comentário

  • A GESTAPO pela mão destes f+ da p+ dos democratas. Com essa base de dados, quantos ladrões banqueiros e políticos foi possível condenar a pesadas penas? Pró K!
    Dono dos Burros | 21.07.2019 | 13.59Hdenunciar comentário
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