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Mais de 350 vagas para médicos recém-especialistas ficaram por preencher

27 | 08 | 2019   08.17H

(CORREÇÃO) Lisboa, 27 ago 2019 (Lusa) - Mais de 350 vagas para médicos que terminaram a especialidade nas áreas de medicina geral e familiar, saúde pública e hospitalar ficaram por preencher no concurso de primeira época deste ano, que disponibilizava 1.264 postos de trabalho.

Segundo os dados oficiais a que a Lusa teve acesso, no concurso de primeira época de 2019 para médicos recém-especialistas foram preenchidas um total de 909 vagas, 305 dos quais para medicina geral familiar (das 398 abertas) e 604 para especialidades como medicina interna (111), cirurgia geral (54), psiquiatria (49), pediatria (37), anestesiologia (36), ortopedia (30), cardiologia (23), pneumologia (21), ginecologia/obstetrícia (14), oftalmologia (14), oncologia médica (14) e radiologia (14), entre outras.(NOVA VERSÃO COM CORREÇÃO NO SEGUNDO PARÁGRAFO PARA RETIRAR A REFERÊNCIA AOS 28% DE VAGAS).

De acordo com os dados da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), foram escolhidas pelos candidatos 10 das 13 vagas abertas para saúde pública, 11 das 18 vagas abertas para medicina física e reabilitação, 10 das 14 para patologia clínica, 10 das 15 abertas para nefrologia, 10 das 13 abertas para imuno-hemoterapia e a mesma proporção para hematologia clínica.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

6 comentários

  • É muito simples há países que pagam 15 a 20 vezes mais que a estes profissionais sem impostos,Fazndo as contas num ano recebem o correspendente a 15 anos de trabalho ou 20 anos respetivamente.Quer dizer que em 3 anos recebem o correspondente a 30 anos ou 40 anos de trabalho em PORTUGAL qual a razão para ficar em PORTUGAL quando há aberturas de vags em áreas especificas que permitem mais rendimentos e menos impostos havendo Países com Dubai etc em que vivem da área produtiva e não há impostos nen super regulamentação mas uma sádia liberdade e economia competitiva.
    A cegueira desta governança | 31.08.2019 | 10.18Hdenunciar comentário
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  • O caos no SNS do ESTADO é tal que não consegue ser atrativo e tem sorte por os da geração de 40 anos de idade não emigrarem para países que pagam 10 a 20 vezes mais e zelam pela sua formação continua e exigem menos burocracia.pois há anos na BELGICA houve uma greve dos médicos contra a burocracia que retirava tempo ao ato médico e passavam a administrativos preenchendo papelada que nada tinha a ver com exercício da Medicina.Esses atos passaram a ser realizados por outros profissionais.Em portugal não h´dinheiro para manter os mais diferenciados e há continua fuga de BRAINS até os EUA tem agencia de recrutamento de médicos e outros profissionais que demonstrem ter perfil para fazer a diferença em varias arias nos EUA-Empresas nacionais e internacionais abordam sistemáticamenta os alunos mais classificados nas UNIVRESIDADES oferecendo est´gio e emprego .Portugal prisioneiro da sua falta de ambição e ideologias mantendo Portugal na cauda da EUROPA e uma divida publica surpreendemente alta e demonstrando que governação marxista entrava crescimento,o impostómetro a subir retrai investimentos e os resistentes vao desistindo e internacionalizam-se.
    Vitória | 30.08.2019 | 09.41Hdenunciar comentário
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  • Mas qual o profissional com 30 a 32 anos com família constituda e proteção á retaguarda familir ,amigos e bens vai desregular a sua vida emigrando para longe do seu local de conforto.Ninguem.Só os necessitados e que não se enquadram no grupo anterior e tempor´riamente pois as zonas interior e litoral menos desenvolvidas t~em um exercício da medicina mais limitado e sacrificado.Qulaqer cientifico técnico é realizado PORTO;COIMBRA LISBOA.Quem cobre estas despesas necessárias a atualizaçao'?Quem paga despesas familiares ,onde estao equipamentos apoio família,ensino,creches etc?Quem afinal se quer meter no cu de judas sem necessidade?
    Portuga | 28.08.2019 | 11.02Hdenunciar comentário
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  • Suponho que o mestrado de Medicina é tao pago como arquitetutra,engenharia etc.A medicina como outros licenciados rumam ao publico ,privado ou emigram porque a vida em Portugal não tem mercad e no caso dos médicos alem do exercício profissinal tem uma carga burocrática que não existe no privado nem em outros países.A escravatura acabou e liberdades apesar de restritas algumas atitudes ainda são inconstitucionais.OTribunal constitucional já deu vários pereceres contra legislaturas dos governos o que dá a ideia de q nada percebem do enquadramento constutucional e legal.
    Esclavagista | 27.08.2019 | 12.03Hdenunciar comentário
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  • OS FALA BARATOS O QUE DIZEM O DA ORDEM DOS MÉDICOS NÃO DIZ NADA ANDA A DIZER QUE A FALTA DE MÉDICOS QUANDO HÁ VAGAS NINGUÉM APARECE OS CURSOS TEM QUE SER PAGOS POR CADA UM NÃO PELOS CONTRIBUINTES ASSIM JÁ SABIAM O QUE CUSTA A VIDA VERGONHA NACIONAL
    O povinho | 27.08.2019 | 11.21Hdenunciar comentário
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  • Há que tomar medidas. Este POVO não pode andar a pagar e caro para dar cursos de medicina a esta gente e depois não ter o retorno do investimento. Querem Liberdade? Muito bem. Pagam a despesa integral do curso e depois rumam à medicina privada. Simples e sem espinhas. Querem pagar menos? muito bem. Têm que trabalhar no SNS. Estrangeiros a frequentar os cursos? Só se não houver candidatos nacionais. É que cada macaco deve ter um galho e este aqui não é para abexins de qualquer lado.
    Dono dos Burros | 27.08.2019 | 09.50Hdenunciar comentário
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