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Eleições

Cristas considera "inaceitável" que haja 22.000 candidaturas aos fundos agrícolas por aprovar

08 | 09 | 2019   14.15H

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, considerou hoje "inaceitável que o Governo tenha 22.000 candidaturas aos fundos para a agricultura à espera de serem aprovadas".

Numa visita à FRIMOR, Feira Nacional da Cebola, em Rio Maior, no distrito de Santarém, acompanhada pela cabeça de lista às legislativas de 06 de outubro por este círculo eleitoral, Patrícia Fonseca, a líder centrista reafirmou "o compromisso total do CDS com o mundo rural e com o mundo agrícola", onde há ainda "um trabalho para fazer".

Para Assunção Cristas, é "inaceitável que Governo tenha 22.000 candidaturas aos fundos para a agricultura à espera de serem aprovadas" e que as pessoas não possam "contar com essas verbas para os seus investimentos".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

4 comentários

  • Não foram aprovadas, devido a não se poderem fazer charcos para retenção de águas pluviais, porque evapora, como disse a Catarina Martins
    Alvaro | 08.09.2019 | 22.12Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Começo a ver que na vez de tentarem explicar as razoes do bloqueio das candidaturas aos fundos europeus por ambas as partes começamos por nada dizer e partir para o insulto pessoal.Este jornal é um dos que faz a diferença pela abertura ,não estraguem esta liberdade de discordar fundamentando.Pessoalmente vou viajar para paragens onde os opositores se respeitam ,TCHAU.
    Romero | 08.09.2019 | 16.01Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Minha nossa!!!!!! 22.000 (vinte e dois mil, correcto?, pensei que estava a ler mal). É esta a classe capitalista? São estes os empreendedores? São estes os defensores da livre-iniciativa e da propriedade privada? São este que bramam por menos estado, menos impostos? Bela "direita" (coisa que em Portugal nunca houve, nem mesmo no tempo do Senhor Doutor António de Oliveira Salazar) desde tempos imemoriais que a nobreza vivia aboletada ou no Povo, ou nas tenças reais, para depois chegar o liberalismo e mais tarde o republicanismo e os proxenetas continuarem a pedinchar aos do costume - O POVO. Não erstão aprovados e ainda bem. Trabalhem. Não era o governo de que esta megera fazia parte, que defendia o mérito? Então os que tiverem projectos meritórios vingarão sem apoios. O mérito é como o azeite, vem sempre à superfície. Por isso é que a AR está coberta da "nata" da política.
    Dono dos Burros | 08.09.2019 | 15.43Hver comentário denunciado
  • QUANDO FOI GOVERNO O QUE FEZ ZERO FALAR DOS OUTROS É FÁCIL
    O povo | 08.09.2019 | 14.43Hver comentário denunciado
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