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Trabalhadores portugueses queixam-se de ser explorados em hotel no Luxemburgo

18 | 10 | 2019   13.35H

Trabalhadores portugueses recrutados para trabalhar num hotel no Luxemburgo queixam-se de exploração, de trabalhar 90 horas semanais, dormirem num sótão sem condições e coação por parte de uma portuguesa que gere o estabelecimento, a qual nega qualquer irregularidade.

João (nome fictício) contou à Lusa que chegou em julho ao Luxemburgo, no seguimento de um anúncio que viu na net para ajudante de cozinha, num hotel em Vianden. Ofereciam um salário mensal bruto de 1.800 euros, refeições e alojamento e cinco dias em Portugal por cada seis semanas de trabalho, com o custo do voo a cargo do hotel.

Além do trabalho no hotel, os portugueses também trabalhavam num restaurante do mesmo grupo empresarial e num serviço de sushi.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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