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Ativista com cabeça a prémio no Brasil descobre em Portugal vida sem tiros

21 | 10 | 2019   06.06H

Quando Bolsonaro chegou ao poder, há cerca de um ano, o ativista Anderson França decidiu deixar o Brasil para escapar a uma morte certa e foi em Portugal que descobriu uma vida sem tiros, mas também algumas portas fechadas.

Anderson França apresenta-se como empreendedor social, professor, roteirista, escritor e ativista de direitos humanos. Cresceu numa favela do Rio de Janeiro e foi a sua voz contra Jair Bolsonaro que ditou a saída do Brasil, onde teve a cabeça a prémio por 10 mil euros.

Privou com Marielle Franco - a vereadora do PSOL assassinada em março de 2018 - e recorda esta morte como "o fim de um pacto".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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