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Hong Kong

Portugueses divididos entre violência policial e movimento romanceado

17 | 11 | 2019   06.35H

A atuação da polícia, acusada de usar força excessiva, levou uma portuguesa a juntar-se aos protestos. Mas uma outra portuguesa nascida em Hong Kong argumentou que os manifestantes estão a romancear um movimento cada vez mais violento.

Viena Mak Hei-man sugeriu um café escondido num terceiro andar de um edifício residencial numa zona de Hong Kong, tradicionalmente para turistas às compras, para falar. "É um 'café amarelo'", o que significa que apoia os protestos, oferecendo até descontos aos manifestantes, explicou à Lusa a jovem portuguesa.

Os protestos surgiram em oposição a uma controversa proposta de lei, que permitiria que a chefe do Executivo e os tribunais de Hong Kong processassem pedidos de extradição de suspeitos de crimes para jurisdições sem acordos prévios, como é o caso da China continental.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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