PUBLICIDADE
Acidente/Borba

Empresas dizem que caso foi "isolado", sindicato alerta para perigos que persistem

17 | 11 | 2019   09.00H

Um ano depois do acidente na pedreira de Borba, o sindicato que representa os trabalhadores garante que os perigos persistem, enquanto a associação Assimagra salienta que foi um caso "isolado" e está a avançar com um processo de certificação.

Em declarações à agência Lusa, Fátima Messias, coordenadora da Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro (Feviccom), referiu que "em termos laborais não se notaram mudanças" e "da parte das empresas não houve alteração de procedimentos que evitassem que novos acidentes venham a acontecer".

Por sua vez, o vice presidente da Assimagra - Associação Portuguesa dos Industriais dos Mármores, Granitos e Ramos Afins, Miguel Goulão, disse, por escrito, à Lusa, que "o acidente de há um ano foi um caso isolado que ganhou atenção mediática pelas trágicas consequências que teve e as quais levaram a que as entidades competentes iniciassem um processo de escrutínio pelo qual há muito o setor pugnava".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE