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"Não se pode fazer ligação direta entre pedido de certificado de médicos e emigração" - Ministra da Saúde

30 | 11 | 2019   12.05H

A ministra da Saúde, Marta Temido, considerou hoje não se poder fazer uma ligação direta entre um pedido de certificado para exercer medicina fora do país e a emigração de médicos.

"Há um número de médicos que pedem o certificado para exercício profissional no estrangeiro, mas é importante referir que o acesso a esse certificado não é necessariamente para emigração, pode ser para o exercício temporário para a realização de um estágio ou de um curso", disse Marta Temido.

A ministra da Saúde falava aos jornalistas à margem do 5.º Encontro Nacional do Primeiro Episódio Psicótico, que decorre hoje em Lisboa, organizado pela Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, dedicado ao tema "Priorizar cuidados na doença mental grave: intervenção precoce na psicose".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

2 comentários

  • País pobre a emigraçao explode.
    Aninha | 03.12.2019 | 12.32Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Perante a situaçao do País a ministra tem que perceber que o exercicio da Medicina Enfermagem ou outras competencias qualificadas vao emigrando nao estando para exercer sacerdócio senao teriam ido para padres,No SNS os profissionais sao mal pagos ,mal tratados e incumbidos de exercer uma burocracia asfixiante e que ocupa parte do tempo que deveria ser empregue em estudar,tratar doentes e investigar.Para isso sao precisos mais profissionais,equipamentos e tratamentos de ultima linha o q é impossivel pois este governo nao tem capacidade económica para tal.Além do mais as novas geraçoes sao altamente classificadas/diferencidas conhecem o MUNDO e nao sentem ligaçao a um País que os mal trata diretamente e cria situaçoes dramáticas aos seus familiares a fuga é a soluçao lógica.A continuar assim bem podem contratar cubanos,venezuelanos etc.nao se entende como querem pagar os mesmos vencimentos em quem deveria exercer em Bragança,Portlegre ou Faro,sao zonas periféricas longe dos cuidados de ultima linha e sem apoios gerais na comunidade,ou seja um degredo nacional. e sao postos em de trabalho em extinçao pela queda demográfica ou seja ficarao desempregados já que a reforma para estes jovens será daqui a 40 anos .No meio de tudo isto temos Países a oferecerem a medicos para o RU segundo noticias de 11 0000 a 15 000 euros por mês.Por mais que digam Portugal nao é um Pais das maravilhas e quem cá ficar a trabalhar merece ser medalhado todos os anos sao verdadeiros herois incógnitos nao reconhecidos e atropelados pelos colossais impostos.
    Anónimo | 30.11.2019 | 12.51Hdenunciar comentário
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