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Conselho Geral aprova redução para quatro escolas no Politécnico de Castelo Branco

02 | 12 | 2019   20.20H

O Conselho Geral do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) aprovou hoje, por maioria, uma proposta de reestruturação organizacional em que as atuais seis escolas dão origem a quatro novas escolas.

O Conselho Geral do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) aprovou, com 19 votos a favor, três contra e três abstenções, a proposta apresentada pelo presidente da instituição, António Fernandes, em que se prevê que as atuais seis escolas (Escola Superior Agrária, Superior de Tecnologia, Superior de Saúde, Superior de Educação, Superior de Artes Aplicadas e Superior de Gestão, esta última com sede em Idanha-a-Nova) vão dar origem a quatro novas escolas.

O presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, sublinha que a escolha deste cenário no âmbito do processo de reestruturação organizacional do IPCB não tem qualquer justificação económica e financeira e adianta que, nesta redução de seis para quatro escolas, a instituição "vai apenas poupar em dois diretores de duas escolas".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

1 comentário

  • Quando a regionalização chegar, como está a ser preparada. Pela calada, com nomes como, comunidades inter-municipais , comissões de coordenação e áreas metropolitanas e outras merdices do género, é que vai ser bonito. Estes estão agora a descobrir que, a mania que andou por aí há uns anos, de abrir escolas superiores, universidades em tudo o que era sede de um concelho. Só podia ser ideia de gente que gasta dinheiro que não é deles e que nunca serão responsabilizados pelos desmandos que cometem. Para alimentarem este monstro que criaram, agora importam "estudantes" de tez escura, cada vez são mais. Mas até esta teta há-de secar, como secou a dos brasileiros. Quando o governo deles se fartou, de que quase todos (os calinas) escolhessem Portugal por facilidade e comodidade, em vez de irem para países que lhes davam mais valias de que o Brasil precisa. Por isso venha de lá a desejada (para esta gente aboletada na carteira do contribuinte) regionalização. Para termos em todas as regiões, uma casa-da-moeda, um parlamento, um governo, um hospital-universitário, um aeroporto, um porto de mar (onde não poder existir) Lisboa tem que compensar a ausência de mar, com transferência de fundos a fundo perdido. Não se vão esquecer de exigir uma estação de lançamento de satélites e a obrigatoriedade de sediar em cada região uma Expo, um Euro, um Mundial, uma F1 e tudo o que a imaginação fértil destes abortos parir.
    Dono dos Burros | 02.12.2019 | 21.32Hdenunciar comentário
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