câmara do porto

Bandeira monárquica hasteada durante a noite

04 | 09 | 2009   14.57H

A acção foi bem mais discreta do que aconteceu na Câmara de Lisboa, já que a bandeira não foi colocada a partir do interior dos Paços do Concelho: os postes onde são hasteadas as bandeiras oficiais da Câmara do Porto estão colocados na Praça General Humberto Delgado, e não no edifício municipal.

“A bandeira não foi hasteada na Câmara. Foi colocada nos postes que estão na praça General Humberto Delgado”, descreveu à Lusa Manuel Cabral, director municipal dos Serviços da Presidência da autarquia.

Para além disso, acrescentou, a bandeira não chegou a ser hasteada: ficou mais ou menos a meio dos postes, que tem cerca de 20 metros.

“Não se pode dizer que tenha sido hasteada”, considerou Manuel Cabral.

A bandeira passou a noite no meio do poste, mas, por volta das 6:00 de hoje, “já lá não estava”, disse o director municipal.

Foi o segurança que tem a responsabilidade de, todas as manhãs, hastear as bandeiras oficiais nos Paços do Concelho do Porto, quem descobriu a bandeira monárquica ali colocada e a retirou do poste, acrescentou Manuel Cabral.

O Partido Popular Monárquico (PPM) rejeitou, no entanto, quaisquer responsabilidades nesta acção.

Alfredo Corte-Real, cabeça de lista do PPM pelo distrito do Porto, admite que “a vontade seja efectivamente essa: hastear algumas bandeiras azuis no país”, mas assegura que a forma de actuação do partido “não é essa”.

“Deve ter sido alguém monárquico, farto do estado em que o país está”, alvitrou.

Em Agosto, um grupo autodenominado Movimento do 31 da Armada hasteou uma bandeira da Monarquia na varanda da Câmara de Lisboa, uma iniciativa destinada a "restaurar a legitimidade monárquica".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
Foto: DR
DR | © DR

5 comentários

  • errata»»»» esqueçam e não esqueção.
    123456789 | 04.09.2009 | 21.46H
  • É este Senhor o pretendente ao trono de Portugal
    -.
    Vida
    -
    D. Duarte Pio de Bragança nasceu em Berna, oito dias depois da rendição da Alemanha. Foi o primeiro filho de D. Duarte Nuno de Bragança e de D. Maria Francisca de Orléans e Bragança, princesa de Orléans-Bragança. Os seus padrinhos de baptismo foram, por representação, o Papa Pio XII, a rainha-viúva D. Amélia de Orleães e a princesa Aldegundes de Liechtenstein.
    A família Bragança foi autorizada a regressar a Portugal pela lei 2040 de 20 de Maio de 1950. Três anos mais tarde, toda a família se estabeleceu em Portugal, fixando inicialmente residência na quinta da Bela Vista, em Gaia, propriedade de D. Maria Borges e dos condes da Covilhã, mudando-se depois para o palácio de S. Marcos, nos arredores de Coimbra, parcialmente cedido pela Fundação da Casa de Bragança, com o mobiliário etiquetado com "deselegantes referências de pertença à «carga»", e "sem meios financeiros para sustentarem o imenso casarão". Pagavam as despesas com os donativos de monárquicos fiéis. A partir dessa altura Duarte Bragança estudou no Colégio Nuno Álvares (Caldas da Saúde), no Colégio de Jesuítas de Santo Tirso entre 1957 e 1959 até que em 1960 ingressou no Colégio Militar em Lisboa.
    Licenciou-se em Engenharia Agronómica no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa, e mais tarde pós-graduou-se no Instituto para o Desenvolvimento da Universidade de Genebra.
    Entre 1968 e 1971 cumpriu o serviço militar em Angola como tenente-piloto da Força Aérea Portuguesa. Em 1972 organizou com um grupo multiétnico angolano uma lista independente de candidatos à Assembleia Nacional, iniciativa que terminou com a sua expulsão do território angolano, por ordens do então primeiro-ministro, Marcelo Caetano.
    Em Abril de 1974, enquanto pretendente ao título de príncipe da Beira, divulgou um comunicado onde afirma: "Vivo intensamente este momento de transcendente importância para a Nação. Dou o meu inteiro apoio ao Movimento das Forças Armadas e à Junta de Salvação Nacional"[6]
    No início da década de 80, e tal como tinha acontecido com o seu pai, debateu-se com uma prolongada disputa judicial contra Maria Pia de Saxe-Coburgo e Bragança de Laredo[7], uma alegada filha natural do Rei D. Carlos I e, portanto, alegadamente meia-irmã de D. Manuel II, pela titularidade e chefia da Casa Real. O caso ficou conhecido como "Maria Pia, Duquesa de Bragança, contra D. Duarte Pio, o senhor de Santar".
    Foi presidente da Campanha “Timor 87”, campanha nacional da apoio a Timor-Leste aos Timorenses residentes em Portugal e noutros países, iniciativa que deu destaque à Causa Timorense, unindo personalidades como Maria Cavaco Silva, mulher do então primeiro-ministro português; Isaltino Morais, presidente da Câmara Municipal de Oeiras, João Soares, ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa; o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas e representantes das duas Centrais Sindicais Portuguesas: Intersindical e UGT – União Geral de Trabalhadores. Com esses e outros apoios, conseguiu a construção de um bairro de quarenta casas para Timorenses desalojados.
    Através da Fundação Dom Manuel II, a que preside, enviou ajudas para Timor durante vários anos no valor de várias centenas de milhares de contos.
    Em 2006, o Departamento de Assuntos Jurídicos do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) fundamentou o reconhecimento de D. Duarte Pio de Bragança como legítimo herdeiro da Casa Real Portuguesa pelo "reconhecimento histórico e da tradição do Povo Português"; pelas "regras consuetudinárias da sucessão dinástica"; e pelo "reconhecimento tácito das restantes casas reais da Europa e do Mundo com as quais a legítima Casa de Bragança partilha laços de consanguinidade". Nesse mesmo documento, o Estado português conferiu a D. Duarte Pio representatividade política, histórica e diplomática, e que os duques de Bragança "são várias vezes enviados a representar o Povo Português em eventos de natureza cultural, humanitária ou religiosa no estrangeiro, altura em que lhes é conferido o passaporte diplomático". O documento nega que o Estado esteja a pagar qualquer remuneração a D. Duarte Pio, mas nada diz quanto ao suporte financeiro para financiar os serviços prestados em nome de Portugal.
    Em 2007, D. Duarte Pio de Bragança foi investigado pelo Ministério da Economia e Inovação e, posteriormente, processado pelo deputado Nuno da Câmara Pereira, com a acusação de roubo da patente da Ordem de São Miguel da Ala. Em 2009, o Tribunal Cível de Lisboa acabou por dar razão ao líder do Partido Popular Monárquico e obrigou D. Duarte Pio a desistir do nome registrado em 2004. A alegação de Câmara Pereira é que, por ter feito o registro cível do nome "Ordem de São Miguel da Ala", em 1981, detém ele os direitos de uso, similar ao tratamento conferido a uma marca ou nome fantasia. D. Duarte Pio promete recorrer
    -.
    Casamento e filhos
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    Casou-se, em 13 de Maio de 1995, na Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, com D. Isabel Inês de Castro Curvelo Herédia (Lisboa, 22 de Novembro de 1966 –) e tem três filhos:
    D. Afonso de Santa Maria de Bragança (Lisboa, 25 de Março de 1996 –), reivindica os títulos de Príncipe da Beira e de Duque de Barcelos.
    D. Maria Francisca Isabel de Bragança (Lisboa, 3 de Março de 1997 –), reivindica o título de Infanta de Portugal.
    D. Dinis de Santa Maria de Bragança (Lisboa, 25 de Novembro de 1999 –), reivindica os títulos de Infante de Portugal e de Duque do Porto.
    Para mim a única que me merece consideração é a Senhora sua Esposa e a educação que deu aos filhos do casal.
    Não esqueção que geneologicamente ele é descente de D. Miguel !! Absolutista. e Anti Carta Constituicional.
    123456789 | 04.09.2009 | 21.44Hver comentário denunciado
  • 04.09.2009 | 20.59Hcomentário reprovado
  • volta MONARQUIAAAAAA !!!!!!!!!!!!!!
    Deserto | 04.09.2009 | 20.59H
  • Pelo menos em MONARQUIA decerto não haveria esta "bandidagem dze fora-da-Lei e esta incerteza no futuro e o medo cada dia maior de sair de casa ou ver que os filhos não chegam...INFELIZMENTE os Republicanos assassinaram o ultimo REI e pior o seu infantil filhote...Por isso os começos são do tipo Estalinista...acho eu de que...
    dardo | 04.09.2009 | 19.39H
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