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Óbito/Manuel Resende

PR lembra "o poeta de cunho surrealista, atento às vicissitudes políticas da História"

29 | 01 | 2020   17.59H

O escritor Manuel Resende, que hoje morreu, em Lisboa, foi um "poeta de cunho surrealista, atento às vicissitudes políticas da História, lírico, sarcástico, empenhado", afirma o Presidente da República, numa nota de pesar.

Marcelo Rebelo de Sousa assinala que "Manuel Resende publicou apenas três livros de poemas, entre 1983 e 2004, que muitos descobriram, na sua força e singularidade, com a edição, em 2018, de 'Poesia Reunida'", pelos Livros Cotovia.

O "poeta e tradutor, tinha da poesia uma noção exigente e estava bem consciente da precariedade da literatura", recorda o Chefe de Estado, citando uma frase de uma entrevista de Manuel Resende, na qual afirmou: "A poesia não é uma coisa garantida".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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