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Presidente do BCP pede "preço justo" nas comissões no MB Way

20 | 02 | 2020   20.11H

O presidente executivo do BCP, Miguel Maya, defendeu hoje em conferência de imprensa que as transferências do MB Way devem ser comissionadas a um "preço justo" que corresponda ao serviço prestado, e com "transparência".

"Evito sempre o comentário político até ao momento em que a política se confunde com a economia", começou por responder Miguel Maya aos jornalistas quando perguntado sobre a intenção de alguns partidos limitarem o comissionamento do MB Way.

Miguel Maya afirmou que o BCP defende "um sistema financeiro transparente na relação com os clientes", e que a "transparência requer preço justo".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

1 comentário

  • Comigo estavas na bicha para o fundo de desemprego. Nacionalização dos bancos. Bancos estrangeiros, ou vendiam a posição, ou tinham que sair. Quando foi para despedir pessoal, fechar agências, reduzir custos, o MB era de borla, agora tem custos. O custo era barato, não sei de cor o preço da corda de sisal, tem que ser, material natural, para ajudar o planeta dos tótos, mas não deve ser nenhuma fortuna e dá para muitas execuções. A culpa não é tua, tu só és um vendedor de banha da cobra, a culpa é do POVO que é burro. O princípio é sempre o mesmo, o da droga. Primeiro é à borla, depois de estares habituado tens que pagar e caro. ipio
    Dono dos Burros | 21.02.2020 | 01.10Hdenunciar comentário
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