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Morte ficcionada de Raquel Castro estreia-se na quarta-feira no Teatro S. Luiz

25 | 02 | 2020   20.15H

A morte ficcionada de Raquel Castro, autora e encenadora da peça, atirada para os seus 90 anos, em 2080, é o ponto de partida de "A Morte de Raquel", que se estreia, na quarta-feira, no Teatro Municipal S. Luiz, em Lisboa.

Conduzido por três atores, com quem a autora quis partilhar a sua morte imaginada, e que funcionam como cicerones, o espetáculo faz-se no confronto entre o que a atriz viveu até ao presente e o que teria vivido até 2080, num desenlace de paralelismos que tanto podem ser reais, fictícios ou desejados, disse a encenadora à agência Lusa.

A peça é, assim, a cerimónia fúnebre de Raquel, um "velório especial, porque acontece num teatro e esta pessoa era artista, através da voz de três atores", sublinhou, em declarações à agência Lusa.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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