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Líder da CGTP recusa visão "cor-de-rosa" da situação laboral em Portugal

27 | 02 | 2020   12.28H

Isabel Camarinha assinalou a "primeira ação de rua" como secretária geral da CGTP no piquete de greve dos estivadores do porto de Lisboa recusando a visão "cor-de-rosa" do Governo sobre a situação laboral portuguesa.

"Antevejo muita luta. O que nós vemos é que os trabalhadores têm baixíssimos salários. Somos um país com um modelo de baixos salários o que é completamente inaceitável e temos uma situação em que existe cada vez mais precariedade nos vínculos laborais", disse à Lusa Isabel Camarinha.

Para a nova secretária geral da CGTP, a criação de emprego em Portugal é caracterizada por vínculos precários, "longas horas de trabalho, com horários desregulados" o que exige, defende, a redução do horário de trabalho para as 35 horas e a regulação dos horários de trabalho.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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