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Covid-19

Teatros entre custos de reabertura e limites de público que os aviões não têm

28 | 05 | 2020   21.24H

A descapitalização das companhias de teatro, com a paralisação, desde março, e os custos da reabertura, com encargos acrescidos para desinfeção de instalações, são obstáculos apontados por entidades contactadas pela agência Lusa, sobre o regresso à atividade.

Há quem esteja satisfeito, com a possibilidade de a plateia poder acolher um número de espetadores, que viabilize a realização de espetáculos, como destaca o Teatro Nacional D. Maria II e A Barraca. Mas há quem lembre a falta de coerência de se limitarem lugares em salas de teatro e cinema, e de se permitirem viagens de avião com lotação esgotada.

De uma maneira geral, as companhias pensam estratégias para o regresso ao palco, em função das normas anunciadas pelo Ministério da Cultura, na passada terça-feira, para a reabertura das salas e os espetáculos ao ar livre, e hoje incluídas nas orientações publicadas pela Direção-Geral da Saúde para o setor.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

1 comentário

  • Revoltem-se. Entrem em greve. Manifestem-se. Lutem. Nada nestas medidas tem uma ponta de credibilidade, de ciência, isto é o que os políticos sempre fizeram, só que agora entregaram a tarefa aos médicos. Vai daí as gajas ficaram todas excitadas (coiros entrados na menopausa, alguém acredita?). Cada dia que passa dão mais uma no papel e lá sai ejaculação legislativa. Os políticos daqui a uns tempos, quando tiveram que sentar o rabo no mocho para o julgamento, dirão como os Nazis (que são) em Nuremberg: só cumprimos ordens. Passam a bola para os conselhos médicos e como os criminosos de guerra nazis irão trabalhar descansados para os EUA.
    Dono dos Burros | 29.05.2020 | 01.34Hdenunciar comentário
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