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Execuções extrajudiciais e detenções em massa na Etiópia governada por um Nobel - Amnistia

29 | 05 | 2020   11.04H

A Amnistia Internacional (AI) acusou hoje as forças de segurança da Etiópia de execuções extrajudiciais e detenções em massa, apesar de o primeiro-ministro reformista do país ser um galardoado com o Prémio Nobel da Paz.

Num relatório publicado hoje, a organização de defesa dos direitos humanos diz que as forças de segurança mataram pelo menos 25 pessoas em 2019 nas zonas leste de Guji e oeste de Guji, na região de Oromia, por suspeitas de apoio a um grupo rebelde, o Exército de Libertação Oromo, e um grupo de oposição outrora exilado.

Segundo a organização dos direitos humanos, pelo menos 10.000 pessoas poderão ter sido detidas entre janeiro e setembro.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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