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PR da Guiné-Bissau admite que pode dissolver parlamento depois de 18 de junho

02 | 06 | 2020   19.57H

O chefe de Estado da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, admitiu hoje que pode dissolver o parlamento caso o presidente da Assembleia Nacional Popular não encontre uma solução para a situação política no país até 18 de junho.

"É a primeira solução que está em cima da mesa. Não há bloqueio, nem haverá", afirmou Umaro Sissoco Embaló, depois de questionado se admite dissolver o parlamento se não houver um entendimento entre os partidos.

Umaro Sissoco Embaló falava aos jornalistas no aeroporto internacional Osvaldo Vieira, em Bissau, momentos após ter regressado de uma visita privada a França para consultas médicas.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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