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EDP alega que medidas do Ministério Público são "desprovidas de fundamentação"

06 | 06 | 2020   17.47H

A EDP considerou hoje que as medidas propostas pelo Ministério Público em relação a António Mexia e João Manso Neto que incluem a suspensão do exercício de funções na administração são "desprovidas de fundamentação".

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP refere que "as medidas propostas relativamente a ambos incluem a suspensão do exercício de funções na administração", advogando que "todavia, (...) são desprovidas de fundamentação e não são elencados os factos que alegadamente as justificam".

A EDP alega, ainda, que o presidente executivo da empresa, António Mexia, e o administrador João Manso Neto foram na sexta-feira notificados das propostas do Ministério Público no que diz respeito às medidas de coação.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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