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Hong Kong

Da euforia nos protestos de 2019 à depressão, um ano depois

07 | 06 | 2020   09.12H

Um ano após o início dos maiores protestos pró-democracia em Hong Kong desde a cessão à China, a euforia dos manifestantes deu lugar à depressão, com a aprovação por Pequim de uma lei que pode ameaçar os ativistas.

"É trágico, porque no ano passado houve momentos em que os manifestantes sentiram que tinham ganho algumas batalhas: havia um ambiente exaltante, eufórico, até lúdico, e agora não é de todo assim", disse à Lusa a correspondente do jornal francês Le Monde em Hong Kong, Florence de Changy.

Nessa altura, os protestos contra o projeto de lei da extradição, que se prolongaram durante quase sete meses, cobriram Hong Kong de nuvens de gás lacrimogéneo, convertendo as ruas da moderna metrópole financeira em palco de cenas de batalha campal, com confrontos quase diários com a polícia e milhares de detenções.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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