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Caso EDP

Empresa rejeita qualquer irregularidade

06 | 07 | 2020   22.12H

A EDP reiterou hoje que "não houve qualquer irregularidade que lhe possa ser imputada", na sequência da investigação que levou à suspensão de funções do presidente da empresa, António Mexia, e do presidente da EDP Renováveis, João Manso Neto.

"A EDP reafirma que relativamente às matérias em causa não houve qualquer irregularidade que lhe possa ser imputada", sublinha a empresa em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A empresa acrescenta que "o enquadramento legal existente desde 2004, as decisões da Comissão Europeia de 2004, 2013 e 2017 e os estudos e pareceres independentes sobre estas matérias demonstram que os montantes devidos pela cessação dos CAE [contratos de aquisição de energia] e transição para o regime de CMEC [custos de manutenção de equilíbrio contratual] e o montante pago pela extensão da utilização do DPH [domínio público hídrico] foram justos e nos termos das condições de mercado".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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