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Covid-19

Turismo residencial "muito preocupado" quer prolongamento do 'lay-off' e isenções fiscais

12 | 07 | 2020   09.20H

O imobiliário turístico residencial português estima quebras de 50% a 60% este ano devido à crise pandémica, defendendo um prolongamento do 'lay-off' e a isenção/diferimento do IMI e IMT "pelo menos durante o período de retoma".

Em entrevista à agência Lusa, o diretor executivo da Associação Portuguesa de Resorts (APR) assumiu-se "muito preocupado" com a situação do setor, salientando estar em causa, só relativamente ao negócio do imobiliário turístico residencial dos seus associados, um negócio imobiliário de 650 milhões de euros e mais de 4.500 trabalhadores permanentes, a que acrescem 1.500 temporários em época alta.

Segundo Pedro Fontainhas, as previsões feitas em meados de abril apontavam para perdas superiores a 70% no total do ano 2020, relativamente ao ano anterior, mas o dinamismo que o mercado nacional tem vindo, entretanto, a revelar levou a uma revisão desta estimativa para quebras na ordem dos 50% a 60%.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

1 comentário

  • PAÍS DE MER.. TODOS TEMOS PREJUÍZO COM MAIOR INCIDÊNCIA OS REFORMAS QUE VIRAM TIRAR DAS REFORMAS PARA DAREM A QUEM NUNCA DESCONTOU E FAZEM GRANDES VIDAS E FÉRIAS VERGONHA NACIONAL
    POVINHO | 12.07.2020 | 09.47Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
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