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Advogados do Benfica dizem não ter sido imputado crime de branqueamento

15 | 07 | 2020   22.08H

Os advogados do Benfica esclareceram hoje, numa nota enviada à Lusa, que "a imputação feita e comunicada" é de "alegado crime de fraude fiscal", após a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmar que o inquérito também abrange branqueamento de capitais.

Num documento assinado por João Medeiros, Paulo Saragoça da Matta e Rui Patrício, os advogados das 'águias' insurgem-se contra as "inexatidões, falsidades e especulações sobre o teor da imputação", no mesmo dia em que fonte da PGR explicou, à Lusa, que "as diligências tiveram lugar no âmbito de um inquérito onde se investigam os crimes de fraude fiscal e branqueamento".

Assim, e reforçando que foi feito um pedido para ser "confirmada a informação verbal" de que o processo não está sujeito a segredo de justiça, os responsáveis pela defesa dos lisboetas pretendem esclarecer, com "interesse superior" e caráter "muito urgente", que a imputação "feita e comunicada, nos termos e com as consequências legais, é de alegado crime de fraude fiscal".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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