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Banco de Fomento Angola decide não reabir investigação a operações bancárias suspeitas

16 | 07 | 2020   13.25H

O Banco de Fomento Angola (BFA) investigou, em maio de 2020, as operações bancárias suspeitas identificadas numa auditoria de 2017, mas aceitou os esclarecimentos que foram dados na altura e decidiu não reabrir o processo.

Num esclarecimento enviado à Lusa sobre os motivos da renúncia do vice-presidente do BFA, António Domingues, que pediu a demissão após enviar uma carta ao regulador angolano alertando para o "incumprimento grave" das normas bancárias, o BFA salienta que "o relatório elaborado em junho de 2020 conclui essencialmente que o tema foi efetivamente tratado no ano de 2017 pela administração cessante" do banco.

Na altura a administração do BFA, face aos esclarecimentos prestados pela administradora Maria Manuela Martins Moreira, visada na auditoria interna, concluiu que não havia motivos que levassem a duvidar da sua idoneidade e decidiu-se pelo arquivamento do processo.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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