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Beirute/Explosões

Carga tinha como destino Moçambique e foi substituída por outra encomenda

09 | 08 | 2020   07.31H

A Fábrica de Explosivos de Moçambique (FEM) confirmou hoje que encomendou as 2,7 toneladas de nitrato de amónio que estiveram na origem das explosões em Beirute, salientando que a carga apreendida pelas autoridades libanesas foi substituída por outra remessa.

A encomenda foi feita pela FEM, em 2013, à empresa Savaro, da Geórgia, e o local de descarga previsto era o porto da Beira, em Moçambique, disse à Lusa fonte oficial da firma moçambicana. 

No entanto, aquela carga "nunca foi entregue", uma vez que o navio ficou retido em Beirute, por ordem das autoridades locais.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

3 comentários

  • Calma meus amigos! O que está errado nesta notícia, é que até os pretos nos passam à frente. Nós nem pólvora, nem munições, somos um POVO capado. Capado desde o dia em que o maior bandido que Portugal conheceu, Mário Só Ares, o paquiderme, nos entregou à Europa a troco de uns cheques para alguns comprarem jeeps e passarem férias no estrangeiro. Os pretos ao menos, ainda têm com que se defender nós nem isso. Meio estádio da LUZ desarmado e daqui a pouco, metade desse meio estádio, são gajas.
    Dono dos Burros | 09.08.2020 | 14.34Hdenunciar comentário
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  • Bandos de BANDIDOS. Não há dinheiro para acudir à miséria, mas para a destruição e matança aparece.
    bruxo | 09.08.2020 | 13.16Hdenunciar comentário
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  • E QUEREM A PAZ VERGONHA NACIONAL
    Ze | 09.08.2020 | 09.21Hdenunciar comentário
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