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Associação avança com ação popular a pedir a nulidade das licenças do aterro de Sobrado

12 | 08 | 2020   19.50H

A Jornada Principal, que se tem manifestado contra o aterro de Sobrado, Valongo, vai submeter ao tribunal uma ação popular a pedir a nulidade das licenças do equipamento, adiantaram hoje os porta-vozes da associação numa vigília protesto no Porto.

"O aterro está a 300 metros de uma escola e a 200 de casas. As consequências na saúde pública são visíveis. Estamos saturados do jogo do empurra. Não queremos ser outro São Pedro da Cova. Vamos até às últimas consequências", disse Marisol Marques, membro da Jornada Principal, associação que marcou para esta tarde uma vigília protesto em frente às instalações da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N).

E ir até às "últimas consequências" é uma expressão já com vários passos delineados pela associação, como contou aos jornalistas Diogo Pastor que é também membro do um dos elementos do movimento Unidos pelo fim do aterro no concelho de Valongo - Juntos por Sobrado: "No primeiro dia útil de setembro entregamos uma ação popular no tribunal administrativo. Já temos mais de 10.000 assinaturas [na petição pública que pede o encerramento do aterro], mas vamos chegar às 20.000 e, se nada fizerem a nível nacional, vamos ao Parlamento Europeu".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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