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Covid-19

"O Diário do Ano da Peste" é uma leitura "fascinante" dos dias de hoje - historiador

12 | 09 | 2020   10.47H

"O Diário do Ano da Peste", escrito em 1720 por Daniel Defoe, foi agora reeditado pela PIM! Edições, oferecendo uma nova leitura à luz da situação pandémica que se vive, que torna mais "fascinante" mergulhar nos pormenores do livro.

Esta ideia é defendida pelo historiador Rui Tavares, no prefácio da edição, que fez uma releitura da obra de uma forma completamente diferente da que fizera há muitos anos, numa altura em que o livro, inspirado na Peste de Londres de 1665, não lhe encheu as medidas como o fizera o "Decameron", de Bocaccio, escrito durante a Peste Negra de 1348.

Partindo do aforismo de Heraclito segundo o qual não se pode tomar duas vezes banho no mesmo rio, o historiador confessa ser "impossível" voltar a ler o "Diário do Ano da Peste" como tentara fazer muito "antes da crise pandémica da covid-19, em 2020".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

2 comentários

  • É VERDADE ! ESTE TAVARES, é um dos sem vergonha que parasita neste país. Na verdade, já vai a caminho dos cinquenta anos que os portuguese estão a ser vitimas de uma terrível PESTE a PESTE DOS PARASITAS; LADRÕES,VIGARISTAS, etc. e a cura para esta peste, são muitas cordas em oliveiras.
    bruxo | 12.09.2020 | 15.07Hdenunciar comentário
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  • Quem te enchesse as medidas, é que fazia bem. Um traidor, mais um, como tantos que andam por aí diariamente na política. Este têm o patrocino das empresas, um lugar cativo no pasquim chamado Público para vender banha da cobra. Um traidor sim, porque quem se candidata por um partido e depois rói a corda, é um traidor, deveria ter entregue o lugar se não lhe agradava, mas o dinheiro de Bruxelas era bom demais para desperdiçar. Este não tem credibilidade nenhuma, não passa de um mero oportunista.
    Dono dos Burros | 12.09.2020 | 12.55Hdenunciar comentário
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