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Basil da Cunha volta a filmar comunidade que está na sombra da história de um país

16 | 09 | 2020   09.31H

O realizador Basil da Cunha quer fazer mais filmes num dos bairros degradados da Amadora, onde rodou "O Fim do Mundo", porque "o cinema serve para inscrever comunidades que infelizmente estão na sombra na história de um país".

A intenção é manifestada em entrevista à agência Lusa na semana em que Basil da Cunha estreia, nos cinemas portugueses, a segunda longa-metragem, "O Fim do Mundo", que esteve em competição em 2019 no festival de Locarno, na Suíça, e acaba de ser premiada no festival IndieLisboa.

O realizador luso-suíço, de 35 anos, mora há mais de uma década na Reboleira, Amadora, paredes meias com um bairro ilegal, de construção clandestina, que tem sido cenário e personagem - através dos moradores - de alguns dos filmes dele, nomeadamente a primeira 'longa' "Até ver a luz" (2013).

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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