PUBLICIDADE
Actualidade

UGT considera que regime transitório de tempo de trabalho dá plenos poderes aos empregadores

16 | 09 | 2020   20.21H

A UGT considerou hoje que o regime excecional e transitório de organização do trabalho proposto pelo Governo carece de regulação em vários aspetos e dá aos empregadores amplos poderes, apenas condicionados à consulta dos trabalhadores e seus representantes.

A "UGT não pode deixar de concluir que estamos perante um regime que, ao contornar princípios basilares da organização do tempo de trabalho e ao omitir a regulação de múltiplos aspetos, pretende conferir aos empregadores um poder de enorme amplitude e discricionariedade e cuja única condição é a mera consulta prévia aos trabalhadores e às suas estruturas de representação coletiva", afirmou a central sindical.

A central sindical enviou hoje ao executivo a apreciação sobre a proposta de decreto-lei que estabelece um regime excecional e transitório de organização do tempo de trabalho e criticou o prazo de dois dias dado para emissão de parecer, "numa matéria em que o Governo anunciou que iria fazer alterações no início do mês de setembro e que há muito era antecipável". 

Destak/Lusa | destak@destak.pt

2 comentários

  • È verdade ! TRAPACEIROS ! ESTES FILHOS DA PUTA DA UGT; HÁ MUITO QUE DEVERIAM SER ESPALHADOS PELOS OLIVAIS.
    anónimo | 17.09.2020 | 04.58Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Se dá plenos poderes aos empregadores, então está bem e a UGT deve estar contente. Não foi para isso que foi criada com o apoio financeiro da CIA e não só? Os amarelos a disfarçarem a cor.
    Dono dos Burros | 16.09.2020 | 23.11Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE