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Nova perspetiva das gravuras do Côa conquista-se a nado nas águas do rio

11 | 10 | 2020   09.28H

A Arte do Côa pode ser contemplada com recurso à natação numa iniciativa "inovadora" que concilia desporto com cultura, e em que os visitantes só precisam de percorrer um trajeto de quatro quilómetros pelas águas do rio.

A primeira visita foi realizada no sábado, e juntou cerca de 40 participantes que se "atiraram" às águas calmas do rio Côa, para poderem contemplar as gravuras rupestres do Vale do Côa, com mais de 30.000 anos, com destaque para o maior boi selvagem (auroque) do mundo, gravado na rocha que recentemente foi posto a descoberto no sítio do Fariseu.

O percurso começou pela manhã, junto ao paredão que restou do antigo complexo que seria a barragem do Baixo Côa e, a partir deste ponto, os visitantes foram nadando e remando ao longo de quatro quilómetros, com tempo para parar pelo caminho, onde apenas se ouvia as explicações dos guias turísticos da Fundação Côa Parque e o salpicar da água.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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