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Presidente angolano reitera direito à manifestação mas condena participação da UNITA

29 | 10 | 2020   11.04H

O Presidente angolano reiterou hoje o direito à manifestação, mas considerou que a UNITA, maior partido da oposição angolana, deve assumir "todas as consequências dos seus atos de irresponsabilidade" no possível aumento de casos de covid-19.

João Lourenço, que discursava na qualidade de líder do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder, na abertura da IV sessão ordinária do Comité Central, comentou acontecimentos da manifestação realizada sábado em Luanda, organizada por jovens da sociedade civil, com a participação de dirigentes e militantes da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA).

Segundo o líder do MPLA, os cidadãos angolanos têm o direito de reunião e de manifestação, contudo, nesta altura de pandemia, "o seu pleno usufruto fica temporariamente condicionado", através do Decreto Presidencial do estado de calamidade pública, para evitar a "grave ameaça" de propagação e contaminação de covid-19.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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